O ultraprocessado ganhou a rotina
Ele é prático para os pais — e cada vez mais distante do alimento que veio da terra.
Da floresta à lancheira
Liofilizada, crocante e pronta para a lancheira.
O problema
Ele é prático para os pais — e cada vez mais distante do alimento que veio da terra.
Amassa, escurece e muitas vezes volta intacta no fim do dia.
Boa parte da colheita se perde antes de chegar à mesa, só por causa do tempo.
Não criamos um alimento artificial. Tiramos só a água e mantivemos o resto: o sabor, a cor e as fibras da fruta que saiu do cacho.
A água vai embora. A fruta fica.
Como fazemos
1. A fruta
Banana no ponto certo de doçura, sozinha ou com açaí e cupuaçu da floresta.
2. A água sai
Congelamento rápido e sublimação: o gelo vira vapor e a rodela fica crocante, sem fritura.
3. Na lancheira
Fecha, viaja na mochila e chega inteira na hora do lanche.
Sem fritura e sem óleo. É por isso que a banana continua sendo banana: nada entra no lugar da água que saiu.
A coleção
A fruta e nada mais. Sabor natural, textura crocante.
Uma saída para a fruta que hoje se perde no pico da safra.
Banana e frutas amazônicas que valem mais vivas do que derrubadas.
Meses de validade sem geladeira e sem conservante.
Fruta na lancheira, com a praticidade que a rotina exige.